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Como a IA transformou o dia a dia das empresas em 2025

À medida que nos aproximamos da metade do ano, fica evidente que 2025 não foi apenas mais um ciclo de experimentação. Foi um ponto de virada. Dados e Inteligência Artificial deixaram o campo da inovação conceitual para se consolidarem como pilares operacionais em larga escala, impactando diretamente produtividade, eficiência, experiência do cliente e modelos de negócio.

Estamos diante de uma nova fase do uso inteligente da informação. O termo “data driven”, antes tratado como ambição ou discurso estratégico, passou a fazer parte do cotidiano das organizações, orientando decisões, processos e resultados de forma concreta.

Na Keyrus, acompanhamos essa evolução de perto. Temos apoiado empresas a extrair valor real ao combinar tecnologia, estratégia e contexto de negócio. Porque aplicar IA vai muito além da adoção de ferramentas. Exige entendimento, governança e clareza sobre onde e por que gerar impacto.

Até pouco tempo, muitos desses avanços ainda estavam restritos ao campo da experimentação. Conceitos como Data Fabric, IA generativa multimodal e automação cognitiva eram vistos como promissores, mas com aplicações pontuais e pouco escaláveis. Limitações técnicas, receios regulatórios e a ausência de uma cultura analítica madura freavam seu potencial. Foi em 2025 que essa barreira começou, de fato, a ceder. E é essa virada que exploramos neste artigo.

A seguir, destacamos cinco movimentos que mais influenciaram o uso estratégico de dados e Inteligência Artificial nas empresas ao longo de 2025.

1. Data Fabric e Data Mesh como realidade operacional

Se nos anos anteriores Data Fabric e Data Mesh eram tratados como conceitos em amadurecimento, 2025 marcou sua consolidação como arquiteturas de dados em produção em grandes organizações.

O foco deixou de ser a teoria. Empresas avançaram além das provas de conceito, adotando Data Fabric para unificar acesso, integração e governança de dados distribuídos, enquanto aplicavam princípios de Data Mesh para descentralizar a responsabilidade e a entrega de produtos de dados.

O impacto foi direto. O tempo de acesso a dados confiáveis diminuiu de forma significativa, permitindo que cientistas de dados, analistas e áreas de negócio tomassem decisões com mais agilidade, sem os gargalos tradicionais dos silos organizacionais.

2. IA generativa além do texto: multimodalidade e aplicações de negócio

Em 2025, a IA generativa amadureceu e expandiu suas capacidades para além da geração de texto. Modelos multimodais passaram a criar imagens, vídeos curtos, elementos visuais, protótipos e códigos complexos a partir de comandos simples.

Esse avanço transformou áreas como marketing, design e desenvolvimento de produtos. A criação de campanhas visuais, a prototipagem rápida e a construção de interfaces ganharam velocidade, escala e consistência.

Ao mesmo tempo, surgiram plataformas e APIs pensadas especificamente para o uso corporativo, permitindo que empresas personalizassem e integrassem esses modelos diretamente aos seus fluxos de trabalho, seja no e commerce, no atendimento ao cliente ou no suporte ao desenvolvimento de software.

O resultado foi uma redução significativa de custos e tempo, além da automação de tarefas criativas e operacionais que antes exigiam alto esforço humano.

3. Agentes de IA e a evolução da automação cognitiva

Outro marco de 2025 foi a consolidação dos chamados agentes de IA. Mais do que modelos que respondem a perguntas, esses sistemas passaram a planejar, executar tarefas encadeadas e interagir com diferentes sistemas de forma autônoma, orientados por objetivos claros.

Na prática, isso se traduziu na automação de processos complexos de negócio. Empresas passaram a utilizar agentes para otimizar cadeias de suprimentos, gerenciar estoques, detectar fraudes de forma proativa e automatizar etapas do ciclo de vendas, como qualificação de leads e personalização de interações.

O impacto foi um ganho expressivo de eficiência operacional e a liberação de equipes para atividades estratégicas e de maior valor agregado.

4. Privacidade como pilar da inovação em IA

Com a expansão do uso de dados e IA, a privacidade deixou de ser vista como um entrave e passou a ocupar o centro da estratégia de inovação.

Em 2025, houve um avanço relevante na adoção de tecnologias de preservação da privacidade, como computação homomórfica, criptografia avançada e aprendizado federado. Essas abordagens permitem treinar modelos e extrair insights de dados sensíveis sem expor informações individuais.

Paralelamente, regulamentações mais maduras e claras, como o AI Act na Europa, ajudaram a orientar práticas mais éticas, seguras e responsáveis.

O resultado foi o aumento da confiança do consumidor, maior segurança jurídica e a possibilidade de utilizar dados antes considerados inviáveis do ponto de vista regulatório.

5. Democratização do analytics e da IA para usuários de negócio

A lógica do low code e no code também se estendeu ao universo de dados e IA em 2025. Ferramentas mais intuitivas passaram a permitir que profissionais de negócio criassem análises preditivas, explorassem dados e até desenvolvessem modelos de IA sem depender exclusivamente de equipes técnicas.

Esse movimento acelerou a tomada de decisão em todos os níveis da organização, reduziu gargalos e ampliou o alcance do uso de dados de forma prática e orientada a resultados.

O que antes era cenário de laboratório passou a ser fonte real de vantagem competitiva. Para as empresas que já iniciaram essa jornada, 2026 será o momento de escalar resultados, consolidar governança e ampliar impacto.

Se você quer entender como aplicar esses avanços de forma estruturada na sua estratégia de dados e Inteligência Artificial, fale com os especialistas da Keyrus e comece a transformar informação em valor concreto.

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