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Opinião do especialista

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Snowflake além da plataforma: mais agilidade, inteligência e AI para escalar dados

Tiago Juncioni, Arquiteto de Soluções da Keyrus

Estamos entrando em uma era que alguns especialistas já começam a chamar de a era dos dados perdidos. Não porque faltam dados, mas porque a maior parte deles não é utilizada no momento certo, no contexto adequado ou com a qualidade necessária para apoiar decisões. O paradoxo é evidente: nunca tivemos tanta informação disponível e, ainda assim, temos dificuldade em transformá-la em ação.

Estudos mostram que até 68% dos dados corporativos permanecem sem uso efetivo. Esse cenário fica ainda mais claro quando olhamos para operações do mundo real.

Em utilities, a leitura de consumo ainda depende de processos sujeitos a erro e baixa escala. Na indústria de base, como celulose, atividades como a medição de toras podem variar conforme o operador, impactando diretamente custo e planejamento. Já em CPG e no varejo, a execução no ponto de venda, como preço, ruptura, exposição e planograma, continua sendo avaliada de forma pouco padronizada e muitas vezes tardia.

Em todos esses casos, o padrão se repete: o dado existe, muitas vezes já capturado em imagem, mas não é interpretado com consistência suficiente para gerar decisões confiáveis.

Neste artigo, Tiago Juncioni, Arquiteto de Soluções da Keyrus, explica por que tantas empresas ainda perdem valor em seus dados, quais limites das arquiteturas tradicionais dificultam a escala e como plataformas como a Snowflake ajudam a transformar dados em decisões mais rápidas, confiáveis e orientadas ao negócio.

Captura e consumo evoluíram, mas a interpretação ficou no meio do caminho

A tecnologia evoluiu de forma desigual ao longo desse processo. A captura avançou rapidamente, com dispositivos, sensores e aplicações registrando o que acontece na operação quase em tempo real. O consumo também evoluiu, com dashboards e análises cada vez mais sofisticados. Mas justamente na etapa mais crítica, que é a interpretação, ainda existe um gap relevante.

Interpretar dados operacionais exige muito mais do que identificar padrões ou consolidar registros. Exige contexto, entendimento de negócio, conhecimento da estratégia e capacidade de lidar com exceções. Sem isso, mesmo análises tecnicamente corretas podem levar a conclusões superficiais, desconectadas da realidade da operação.

Esse problema se agrava quando tentamos escalar. Grande parte desses processos ainda depende de esforço manual ou de conhecimento especializado difícil de padronizar. O resultado é um modelo que não sustenta o crescimento: quanto maior o volume, maior a variabilidade e menor a confiança no dado.

Arquiteturas tradicionais limitam a escala

Mesmo quando as empresas avançam na captura e na análise, um novo desafio aparece: a limitação das arquiteturas tradicionais. Em muitos ambientes, crescer significa adicionar mais pipelines, mais integrações, mais ferramentas e mais esforço operacional. O que deveria trazer eficiência acaba gerando fragmentação. Com o tempo, esse modelo produz sintomas conhecidos:

  • Dados espalhados em diferentes sistemas, com múltiplas versões da verdade;

  • Dependência excessiva de times técnicos e baixa autonomia das áreas de negócio;

  • Alto esforço de integração e aumento de prazo para cada nova demanda;

  • Dificuldade para rastrear a origem e a transformação dos dados.

A latência também se torna um problema relevante. Dados percorrem várias etapas até se tornarem utilizáveis e, quando chegam ao consumidor, muitas vezes já não refletem a realidade atual. Dado atrasado deixa de ser um ativo e passa a ser apenas histórico. Com dados distribuídos em diferentes sistemas e camadas, garantir consistência, controle de acesso e rastreabilidade vira um desafio constante. E sem confiança no dado, a tomada de decisão desacelera ou simplesmente deixa de acontecer.

Onde a Snowflake muda a discussão

É nesse ponto que a discussão sobre dados muda de nível. O problema deixa de ser apenas coletar ou armazenar informação e passa a ser como conectar, organizar e ativar esses dados com controle e velocidade.

É justamente aqui que entra o papel de uma plataforma como a Snowflake. Mais do que um repositório, ela atua como uma camada que unifica diferentes fontes, simplifica a arquitetura e permite que os dados sejam consumidos com consistência e performance, independentemente do volume ou da complexidade.

Ao centralizar o acesso, a plataforma reduz o problema de versões conflitantes da mesma informação. Seus mecanismos nativos de governança permitem controlar quem acessa o quê, com rastreabilidade e segurança, sem comprometer a autonomia dos times. Com a separação entre armazenamento e processamento, o crescimento deixa de exigir reestruturações constantes.

Por que a base de dados define o resultado da IA

Essa estrutura bem resolvida muda a forma como a inteligência artificial é aplicada. Em vez de operar sobre bases desatualizadas ou mal organizadas, os modelos passam a trabalhar em um ambiente governado, com informações consistentes e acessíveis. Isso reduz o esforço de preparação e aumenta a chance de que os resultados sejam, de fato, utilizáveis pelo negócio.

Na prática, uma empresa não escala IA apenas escolhendo bons modelos. Ela escala IA quando cria uma fundação de dados preparada para sustentar esses modelos com segurança, rastreabilidade e qualidade.

A diferença entre acumular dados e gerar inteligência

A era dos dados perdidos não é sobre falta de informação. É sobre a incapacidade de conectar, interpretar e ativar esses dados quando o negócio precisa. E é aqui que está a diferença entre empresas que acumulam dados e aquelas que conseguem tomar decisões melhores a partir deles.

Plataformas como a Snowflake deixam de ser apenas uma escolha tecnológica e passam a ser uma decisão estratégica. Ao simplificar a arquitetura e garantir governança, elas criam as condições necessárias para que a inteligência aconteça em escala.

No fim, não vence quem tem mais dados. Vence quem consegue transformar dados em decisão com velocidade, confiança e contexto. E isso só é possível quando a base foi construída para esse propósito desde o início.

Quer transformar dados em decisões com mais velocidade, governança e inteligência? Fale com os especialistas da Keyrus e descubra como evoluir sua arquitetura de dados com Snowflake, analytics e IA.

Sua base de dados está pronta para IA? Fale conosco!
O que é Snowflake e por que ela é importante para empresas orientadas por dados?

Snowflake é uma plataforma de dados que ajuda empresas a unificar fontes, organizar informações, fortalecer a governança e disponibilizar dados com mais velocidade para analytics, inteligência artificial e tomada de decisão. Sua importância está em reduzir a fragmentação e criar uma base mais confiável para o uso dos dados em escala.

Como a Snowflake ajuda na governança de dados?

A Snowflake contribui para a governança ao permitir controles de acesso, rastreabilidade e gestão mais consistente sobre quem pode acessar cada informação. Isso ajuda a eliminar versões conflitantes dos dados e aumenta a confiança das áreas de negócio nas informações usadas para decidir.

Qual é a relação entre Snowflake e inteligência artificial?

A inteligência artificial depende de dados atualizados, organizados e bem governados. Quando essa base é frágil, modelos e agentes de IA herdam essa instabilidade. A Snowflake ajuda a criar uma fundação mais preparada para analytics, machine learning e IA generativa.

Por que muitas empresas têm muitos dados, mas ainda tomam decisões lentas?

Porque volume não significa inteligência acionável. Muitas organizações capturam e armazenam informações, mas convivem com bases dispersas, integrações frágeis e alta latência. O resultado são análises que chegam tarde ou não geram confiança suficiente para orientar decisões.

Quando uma empresa deve modernizar sua arquitetura de dados?

Quando enfrenta problemas como versões conflitantes da mesma informação, dependência excessiva de times técnicos, dificuldade para escalar analytics, baixa governança ou limitações para aplicar inteligência artificial com segurança e consistência.

Snowflake resolve sozinha os desafios de dados e IA?

Não. A plataforma é uma base tecnológica importante, mas não substitui estratégia, arquitetura, processos e conhecimento de negócio. O impacto real aparece quando a implementação é orientada por prioridades claras, casos de uso definidos e atenção à qualidade dos dados.

Como a Keyrus apoia empresas em projetos com Snowflake?

A Keyrus apoia no desenho e na implementação de arquiteturas de dados com Snowflake, conectando estratégia, governança, integração, analytics e inteligência artificial. O objetivo é ajudar organizações a reduzir fragmentação, qualificar o consumo dos dados e construir uma base escalável para decisões mais rápidas e orientadas ao negócio.

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